Palestra de Carlos Scott na V Assembleia Geral

Juntos em Comunhão

Mc 6:1-16, Lc 4: 16-28, Jo 17:20-24, 13:1-17, Mc 8:14-21, Mc 11:12-25

A identidade de Jesus pode chegar a ser conflituosa quando nos chama a estar juntos em comunhão.

Para muitos, Jesus transformou-se em um escândalo. Os contemporâneos de Nazaré se perguntavam: “Donde vêm a este estas coisas?” (Mc 6:2) e não podiam conceber que um carpinteiro, “o filho de Maria”, chegara a realizar milagres (Mc 6:2-3). “Chamar a um homem como filho de sua mãe, mesmo quando o pai tivesse falecido, era considerado um insulto (Jz 11:1)”.  Parece que as pessoas dessa comunidade não podiam conceber a origem humilde de Jesus. Um Jesus que é artesão e está longe do prestígio e do poder. Em Nazaré não pôde fazer nenhum milagre “e admirou-se da incredulidade deles” (Mc 6:5-6). Apenas curou a uns poucos enfermos, ao impor-lhes as mãos “O ministério de cura tem que ser muito superficial onde há incredulidade… incapaz de enfrentar os problemas graves que afetam as pessoas em nossa sociedade” e o mundo.

O evangelho de Lucas nos relata que Jesus aparece ensinando na Sinagoga de Nazaré. “Levantou-se para ler. Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde está escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos e apregoar o ano aceitável do Senhor…” e ele começou a falar-lhes: “hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir. Todos lhe davam testemunho, e se maravilhavam das palavras de graça, que lhe saíam dos lábios…” (Lc 4:16-22). Mas o relato termina dizendo que “todos na sinagoga, ouvindo estas coisas, se encheram de ira” (Lc 4:28). O que foi que aconteceu? Entre a admiração e a fúria posterior, contou-lhes duas histórias. Histórias que tinham a ver com o propósito de Deus para todos os povos e etnias.

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